Ou Backup Dancing é o nome dado para uma determinada forma de dança de concerto do século XX.
A dança contemporânea surgiu na década de 60 como uma forma de protesto ou rompimento com a cultura clássica. Depois de um período de intensas inovações e experimentações que muitas vezes beiravam a total desconstrução da arte finalmente - na década de 1980 - a dança contemporânea começou a se definir desenvolvendo uma linguagem própria.
Características: A dança contemporanea modificou drasticamente as "posições-base" do ballet clássico, além de tirar as sapatilhas das bailarinas e parar de controlar seu peso. Ela mantém, no entanto, a estrutura do ballet, fazendo uso de diagonais e da dança conjunta. A dança contemporânea busca uma ruptura total com o balé, chegando às vezes até mesmo a deixar de lado a estética: o que importa é a transmissão de sentimentos, idéias, conceitos. Solos de improvisação são bastante frequentes.
A composição de uma trilha para um espetáculo de dança contemporânea implica diversos outros fatores além da própria composição musical.
A dança contemporânea não possui uma técnica única estabelecida, todos os tipos de pessoas podem praticá-la. Esse tipo de dança modificou o espaço, usando não só o palco como local de referência. Sua técnica é tão abrangente que não delimita os utensílios usados. O corpo, pesquisando suas diagonais, não delimita estilos de roupas, músicas, espaço ou movimento.
Flamenco
Flamenco
O flamenco é a música e a dança espanhola cujas origens remontam às culturas cigana e mourisca, com influência de árabes e judeus. A cultura do flamenco é associada principalmente à região da Andaluzia na Espanha, e tornou-se um dos símbolos da cultura espanhola.
O "novo flamenco" é uma variação recente do flamenco que sofreu influências da música moderna, como a rumba, a Salsa, o pop, o rock e o jazz.
Originalmente, o flamenco consistia apenas de canto (cante) sem acompanhamento. Depois começou a ser acompanhado por guitarra (toque), palmas, sapateado e dança (baile). O "toque" e o "baile" podem também aparecer sem o "cante", embora o canto permaneça no coração da tradição do flamenco. Mais recentemente outros instrumentos como o "cajón" (ou adufe, em português uma caixa de madeira usada como percussão) e as castanholas foram também introduzidos.Muitos dos detalhes do desenvolvimento do flamenco foram perdidos na história da Espanha e existem várias razões para essa falta de evidências históricas:Os tempos turbulentos dos povos envolvidos na cultura do flamenco. Os mouros, os ciganos e os judeus foram todos perseguidos pela inquisição espanhola em diversos tempos. Os ciganos possuíam principalmente uma cultura oral. As suas músicas eram passadas às novas gerações através de actuações em comunidade. O flamenco não foi considerado uma forma de arte, sobre a qual valesse a pena escrever durante muito tempo. Durante a sua existência, o flamenco esteve dentro e fora de moda por diversas vezes.
Granada, o último reduto dos mouros, caiu em 1492, quando os exércitos de Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela (os reis católicos) reconquistaram esta cidade após cerca de 800 anos de domínio muçulmano. O Tratado de Granada (1491) foi assinado para assegurar as bases da tolerância religiosa, conseguindo com isso que os muçulmanos
se rendessem pacificamente. Durante alguns anos existiu uma tensa calma em Granada e à sua volta, no entanto, à inquisição não lhe agradava a tolerância religiosa relativamente aos judeus e aos muçulmanos e conseguiu convencer Fernando e Isabel a quebrarem o tratado e a forçar os judeus e os mouros a converterem-se ao cristianismo ou deixarem a Espanha de vez. Em 1499, cerca de 50.000 mouros foram coagidos a tomar parte de um batismo em massa.
Durante a rebelião que se seguiu, as pessoas que recusaram batizar-se ou serem deportadas para África, foram pura e simplesmente eliminadas. Como consequência desta situação, assistiu-se à fuga de mouros, ciganos e judeus para as montanhas e regiões rurais.Foi nesta situação social e economicamente difícil que as culturas musicais de judeus, ciganos e mouros começaram a fundir-se no que se tornaria a forma básica do flamenco: o estilo de cantar dos mouros, que expressava a sua vida difícil na Andaluzia, as diferentes "compas" (estilos rítmicos), palmas ritmadas e movimentos de dança básicos.
Muitas das músicas flamencas aindas reflectem o espírito desesperado, a luta, a esperança, o orgulho e as festas nocturnas durante essa época. Música mais recente de outras regiões de Espanha, influenciaram e foram influenciadas pelo estilo tradicional do flamenco.A primeira vez que o flamenco foi mencionado na literatura, remonta a 1774 no livro "Cartas marruecas" de José
Cadalso. No entanto a origem do termo "flamenco" continua a ser assunto bastante debatido. Muitos pensam que se trata de um termo espanhol que originalmente significava flamengo ("flamende"). Contudo, existem outras teorias. Uma das quais, sugere que a palavra tem origem árabe, retirada das palavras "felag mengu" (que significa algo como "camponês de passagem" ou fugitivo camponês")
Durante a chamada época de ouro do flamenco, entre 1869 e 1910, o flamenco desenvolveu-se rapidamente nos chamados "cafés cantantes". Os dançarinos de flamenco também se tornaram numa das maiores atrações para o público desses cafés. Ao mesmo tempo, os guitarristas que acompanhavam esses dançarinos, foram ganhando reputação e dessa forma, nasceu, como uma arte própria, a guitarra do flamenco. Julián Arcas foi um dos primeiros compositores a escrever
música flamenca especialmente para a guitarra.
A guitarra flamenca, e a muito parecida guitarra clássica, são descendentes do alaúde.
Pensa-se que as primeiras guitarras teriam aparecido em Espanha no século XV. A guitarra de flamenco tradicional é feita de madeira de cipreste e abeto, é mais leve e um pouco menor que a guitarra clássica, com o objectivo de produzir um som mais agudo.Em 1922, um dos maiores escritores espanhóis, Federico García Lorca e o compositor de renome Manuel de Falla organizaram a "Fiesta del cante jondo", um festival de música folclórica dedicada ao "cante jondo". Fizeram-no a fim de estimular o interesse no flamenco que nessa altura estava fora de moda. Dois dos mais importantes poemas de Lorca, "Poema del cante jondo" e Romancero gitano", mostram a fascinação que este tinha pelo flamenco.
Categorias do flamenco: - O flamenco é atualmente dividido em três categorias:
Flamenco Jondo ou flamenco antigo, é a forma mais tradicional do flamenco.
Flamenco Clássico, tocado de forma mais moderna que utiliza técnicas novas tanto para a guitarra flamenca quanto para a dança flamenca e para o cante flamenco.
Flamenco contemporâneo, trata-se do flamenco jondo e clássico somados ao jazz e ao fusion.
As categorias de flamenco se subdividem em palos. Palos são estruturas rítmicas características do flamenco.
Abaixo, alguns exemplos:
• Soleá
• Malagueña
• Bulerias
• Bolero
• Calliano
• Rumbas
• Sevillanas
• Jondo
• Tientos
• Tarantas
Sapateado
O sapateado se originou da fusão de irlandeses e africanos. A manifestação aconteceu na Irlanda. Nos centros urbanos, operários costumavam usar tamancos e, como forma de diversão, reuniam-se nas ruas, homens e mulheres, para competirem, o vencedor teria que conseguir produzir sons e ritmos variados Em 1830, Thomas Rice,pintou o rosto de preto, vestiu um macacão de carregador e, cantando a música "Jump, Jim Crow", dançou improvisando saltos e giros totalmente fora do convencional. O artista branco de cara negra começou nos Estados Unidos dando origem aos famosos "Shows de Menestréis". Em 1920, surgiu o Sapateado Americano. Começou com os negros, mas com as grandes produções do cinema de 1930 a 1950,surgiram grandes nomes como Gene Kelly, Fred Astaire , Ginger Rogers e Eleonor Parker.Fred Astaire dançava de uma maneira surpreendente e perfeita, altamente clássico e com a velocidade dos negros.
Savion, um dos maiores sapateadores do mundo, criou uma forma de sapatear mais forte. O sapateado também é chamado de instrumento de percussão, as batidas dos pés executam-se sons com rítmos variados, e para executá-los não tem limite de idade.
STEP – bater a chapinha da frente com peso
STAMP – bater o pé inteiro no chão com peso
TAP – bater a chapinha da frente sem peso
DIG – bater o calcanhar na frente
STOMP – bater o pé inteiro no chão sem peso
HEEL BEAT – bater o calcanhar com o pé que está com o peso
HEEL STEP – bater o calcanhar com transferência de peso
HEEL TAP – bater o calcanhar sem transferência de peso
TOE – bater a ponta do sapato
BRUSH FROM – arrastar a chapinha da frente para frente, como uma escovada.
BRUSH BACK – arrastar a chapinha da frente para trás, como uma escovada
SCUFF – arrastar o calcanhar no chão para frente
HOP – saltar com uma perna só sem trocar de peso
LEAP – saltar na meia ponta, de um pé para o outro, transferindo o peso
HEEL CLICK – com o peso nas meias pontas, virar junto o calcanhar para bater
TOE CLICK – com o peso em ambos os calcanhares, virar para dentro para bater as pontas do sapato
JUMP – saltar com as duas pernas
CHUG – o pé que sustenta o peso desliza para frente, terminando no calcanhar
PULL – deslizar o pé que está com o peso para trás terminando no calcanhar
PUSH – deslizar a meia ponta para frente
LUNGE – Puxada como uma escorregada de uma perna, enquanto a outra está elevada ou não para qualquer direção.
SHUFFLE – combinação de brush from com brush back
BALL CHANGE – contratempo de dois steps
FLAM – Batida com a parte de fora ou de dentro do sapato
FLAP – junção de brush from com step
SLAP – flap sem transferência de peso
FLAP BACK – junção de brush back com step
SCUFFLE – arrastar o calcanhar no chão e puxar um brush back
HEEL CHANGE – pise no calcanhar de um pé e rapidamente pise na meia ponta do outro ou no calcanhar do outro
TRIPLE – fazer um shuffle e um step, em apenas um compasso
RIFF – junção de brush from mais scuff
SLIDE – movimento de um pé sobre o chão em qualquer direção, com ou sem transferência de peso
SLIRP – Similar ao Riff com a precisão do Flap: bate Toe e Heel caindo ao mesmo tempo no chão, colocando o peso em cima
SPANK – um brush para trás
SCRAPE – arrastar a ponta ou a lateral do sapato no chão em qualquer direção
DRAW(puxar) – movimento de um pé sobre o chão, partindo de uma posição aberta para uma fechada, com ou sem transferência de peso
CLAP – bater palmas
DROP – queda do calcanhar (heel) ou da meia ponta (toe)
TURN – giro
OVER THE TOP – colocar a perna direita na frente e saltar com a perna esquerda por cima da direita
PULL BACK – com 2 sons, salto com o peso nas duas pernas, executando dois brushes simultâneos para trás, caindo em ambas as pernas, também o double pull back com 4 sons.
WINGS – Como o bater de uma asa, executando com as duas pernas juntas ou não. Inicia-se um Brush para o lado tirando com a ponta do pé quase deitado, de lado, e volta no Brush normal acabando em Dig.
Fonte: site dicas de dança
O "novo flamenco" é uma variação recente do flamenco que sofreu influências da música moderna, como a rumba, a Salsa, o pop, o rock e o jazz.
Originalmente, o flamenco consistia apenas de canto (cante) sem acompanhamento. Depois começou a ser acompanhado por guitarra (toque), palmas, sapateado e dança (baile). O "toque" e o "baile" podem também aparecer sem o "cante", embora o canto permaneça no coração da tradição do flamenco. Mais recentemente outros instrumentos como o "cajón" (ou adufe, em português uma caixa de madeira usada como percussão) e as castanholas foram também introduzidos.Muitos dos detalhes do desenvolvimento do flamenco foram perdidos na história da Espanha e existem várias razões para essa falta de evidências históricas:Os tempos turbulentos dos povos envolvidos na cultura do flamenco. Os mouros, os ciganos e os judeus foram todos perseguidos pela inquisição espanhola em diversos tempos. Os ciganos possuíam principalmente uma cultura oral. As suas músicas eram passadas às novas gerações através de actuações em comunidade. O flamenco não foi considerado uma forma de arte, sobre a qual valesse a pena escrever durante muito tempo. Durante a sua existência, o flamenco esteve dentro e fora de moda por diversas vezes.
Granada, o último reduto dos mouros, caiu em 1492, quando os exércitos de Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela (os reis católicos) reconquistaram esta cidade após cerca de 800 anos de domínio muçulmano. O Tratado de Granada (1491) foi assinado para assegurar as bases da tolerância religiosa, conseguindo com isso que os muçulmanos
se rendessem pacificamente. Durante alguns anos existiu uma tensa calma em Granada e à sua volta, no entanto, à inquisição não lhe agradava a tolerância religiosa relativamente aos judeus e aos muçulmanos e conseguiu convencer Fernando e Isabel a quebrarem o tratado e a forçar os judeus e os mouros a converterem-se ao cristianismo ou deixarem a Espanha de vez. Em 1499, cerca de 50.000 mouros foram coagidos a tomar parte de um batismo em massa.
Durante a rebelião que se seguiu, as pessoas que recusaram batizar-se ou serem deportadas para África, foram pura e simplesmente eliminadas. Como consequência desta situação, assistiu-se à fuga de mouros, ciganos e judeus para as montanhas e regiões rurais.Foi nesta situação social e economicamente difícil que as culturas musicais de judeus, ciganos e mouros começaram a fundir-se no que se tornaria a forma básica do flamenco: o estilo de cantar dos mouros, que expressava a sua vida difícil na Andaluzia, as diferentes "compas" (estilos rítmicos), palmas ritmadas e movimentos de dança básicos.
Muitas das músicas flamencas aindas reflectem o espírito desesperado, a luta, a esperança, o orgulho e as festas nocturnas durante essa época. Música mais recente de outras regiões de Espanha, influenciaram e foram influenciadas pelo estilo tradicional do flamenco.A primeira vez que o flamenco foi mencionado na literatura, remonta a 1774 no livro "Cartas marruecas" de José
Cadalso. No entanto a origem do termo "flamenco" continua a ser assunto bastante debatido. Muitos pensam que se trata de um termo espanhol que originalmente significava flamengo ("flamende"). Contudo, existem outras teorias. Uma das quais, sugere que a palavra tem origem árabe, retirada das palavras "felag mengu" (que significa algo como "camponês de passagem" ou fugitivo camponês")
Durante a chamada época de ouro do flamenco, entre 1869 e 1910, o flamenco desenvolveu-se rapidamente nos chamados "cafés cantantes". Os dançarinos de flamenco também se tornaram numa das maiores atrações para o público desses cafés. Ao mesmo tempo, os guitarristas que acompanhavam esses dançarinos, foram ganhando reputação e dessa forma, nasceu, como uma arte própria, a guitarra do flamenco. Julián Arcas foi um dos primeiros compositores a escrever
música flamenca especialmente para a guitarra.
A guitarra flamenca, e a muito parecida guitarra clássica, são descendentes do alaúde.
Pensa-se que as primeiras guitarras teriam aparecido em Espanha no século XV. A guitarra de flamenco tradicional é feita de madeira de cipreste e abeto, é mais leve e um pouco menor que a guitarra clássica, com o objectivo de produzir um som mais agudo.Em 1922, um dos maiores escritores espanhóis, Federico García Lorca e o compositor de renome Manuel de Falla organizaram a "Fiesta del cante jondo", um festival de música folclórica dedicada ao "cante jondo". Fizeram-no a fim de estimular o interesse no flamenco que nessa altura estava fora de moda. Dois dos mais importantes poemas de Lorca, "Poema del cante jondo" e Romancero gitano", mostram a fascinação que este tinha pelo flamenco.
Categorias do flamenco: - O flamenco é atualmente dividido em três categorias:
Flamenco Jondo ou flamenco antigo, é a forma mais tradicional do flamenco.
Flamenco Clássico, tocado de forma mais moderna que utiliza técnicas novas tanto para a guitarra flamenca quanto para a dança flamenca e para o cante flamenco.
Flamenco contemporâneo, trata-se do flamenco jondo e clássico somados ao jazz e ao fusion.
As categorias de flamenco se subdividem em palos. Palos são estruturas rítmicas características do flamenco.
Abaixo, alguns exemplos:
• Soleá
• Malagueña
• Bulerias
• Bolero
• Calliano
• Rumbas
• Sevillanas
• Jondo
• Tientos
• Tarantas
| Vera Francis, em um sapateado (New York, New York)- 1982 |
O sapateado se originou da fusão de irlandeses e africanos. A manifestação aconteceu na Irlanda. Nos centros urbanos, operários costumavam usar tamancos e, como forma de diversão, reuniam-se nas ruas, homens e mulheres, para competirem, o vencedor teria que conseguir produzir sons e ritmos variados Em 1830, Thomas Rice,pintou o rosto de preto, vestiu um macacão de carregador e, cantando a música "Jump, Jim Crow", dançou improvisando saltos e giros totalmente fora do convencional. O artista branco de cara negra começou nos Estados Unidos dando origem aos famosos "Shows de Menestréis". Em 1920, surgiu o Sapateado Americano. Começou com os negros, mas com as grandes produções do cinema de 1930 a 1950,surgiram grandes nomes como Gene Kelly, Fred Astaire , Ginger Rogers e Eleonor Parker.Fred Astaire dançava de uma maneira surpreendente e perfeita, altamente clássico e com a velocidade dos negros.
Savion, um dos maiores sapateadores do mundo, criou uma forma de sapatear mais forte. O sapateado também é chamado de instrumento de percussão, as batidas dos pés executam-se sons com rítmos variados, e para executá-los não tem limite de idade.
STEP – bater a chapinha da frente com peso
STAMP – bater o pé inteiro no chão com peso
TAP – bater a chapinha da frente sem peso
DIG – bater o calcanhar na frente
STOMP – bater o pé inteiro no chão sem peso
HEEL BEAT – bater o calcanhar com o pé que está com o peso
HEEL STEP – bater o calcanhar com transferência de peso
HEEL TAP – bater o calcanhar sem transferência de peso
TOE – bater a ponta do sapato
BRUSH FROM – arrastar a chapinha da frente para frente, como uma escovada.
BRUSH BACK – arrastar a chapinha da frente para trás, como uma escovada
SCUFF – arrastar o calcanhar no chão para frente
HOP – saltar com uma perna só sem trocar de peso
LEAP – saltar na meia ponta, de um pé para o outro, transferindo o peso
HEEL CLICK – com o peso nas meias pontas, virar junto o calcanhar para bater
TOE CLICK – com o peso em ambos os calcanhares, virar para dentro para bater as pontas do sapato
JUMP – saltar com as duas pernas
CHUG – o pé que sustenta o peso desliza para frente, terminando no calcanhar
PULL – deslizar o pé que está com o peso para trás terminando no calcanhar
PUSH – deslizar a meia ponta para frente
LUNGE – Puxada como uma escorregada de uma perna, enquanto a outra está elevada ou não para qualquer direção.
SHUFFLE – combinação de brush from com brush back
BALL CHANGE – contratempo de dois steps
FLAM – Batida com a parte de fora ou de dentro do sapato
FLAP – junção de brush from com step
SLAP – flap sem transferência de peso
FLAP BACK – junção de brush back com step
SCUFFLE – arrastar o calcanhar no chão e puxar um brush back
HEEL CHANGE – pise no calcanhar de um pé e rapidamente pise na meia ponta do outro ou no calcanhar do outro
TRIPLE – fazer um shuffle e um step, em apenas um compasso
RIFF – junção de brush from mais scuff
SLIDE – movimento de um pé sobre o chão em qualquer direção, com ou sem transferência de peso
SLIRP – Similar ao Riff com a precisão do Flap: bate Toe e Heel caindo ao mesmo tempo no chão, colocando o peso em cima
SPANK – um brush para trás
SCRAPE – arrastar a ponta ou a lateral do sapato no chão em qualquer direção
DRAW(puxar) – movimento de um pé sobre o chão, partindo de uma posição aberta para uma fechada, com ou sem transferência de peso
CLAP – bater palmas
DROP – queda do calcanhar (heel) ou da meia ponta (toe)
TURN – giro
OVER THE TOP – colocar a perna direita na frente e saltar com a perna esquerda por cima da direita
PULL BACK – com 2 sons, salto com o peso nas duas pernas, executando dois brushes simultâneos para trás, caindo em ambas as pernas, também o double pull back com 4 sons.
WINGS – Como o bater de uma asa, executando com as duas pernas juntas ou não. Inicia-se um Brush para o lado tirando com a ponta do pé quase deitado, de lado, e volta no Brush normal acabando em Dig.
Fonte: site dicas de dança
Dança de Salão
Dança de salão refere-se a diversos tipos de danças executadas por um casal de dançarinos. As danças de salão são praticadas socialmente, como forma de entretenimento, integração social e competitivamente como Desporto. Alguns dos tipos de dança de salão foram desenvolvidas no Brasil, como, por exemplo: o forró (do Nordeste), o samba de gafieira, o maxixe entre outras.
A Dança de Salão tem origem nos bailes das cortes reais na Europa, tomando forma na corte do Rei Luís XIV, na França. É possível que abraço lateral venha do fato de que, na época, os soldados carregavam a espada no lado esquerdo. Também era evidente a postura clássica, ereta e com o torso fixo, como no balé, que tem a mesma origem. A dança de casal foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das Américas, onde deu origem às muitas variedades, à medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos, como a salsa, o bolero, a rumba etc.
Nos Estados Unidos, o swing surgiu de grupos negros dançando ao som de jazz no início dos anos vinte. As primeiras danças criadas foram o charleston e o lindy hop. Essas deram origem a vários outros tipos de danças americanas, como o jitterbug, o balboa, o west coast swing e o east coast swing.
No Brasil, oito ritmos são os mais praticados, tanto nos bailes quanto nas escolas especializadas, sendo eles: bolero, soltinho, samba, forró, lambada,zouk, salsa e tango, sendo que ainda podemos encontrar diversas variações destes ritmos.
O soltinho pode ser considerado como uma versão brasileira semelhante ao swing . Internacionalmente, para fins de competição, o termo dança de salão se restringe a certas danças, de acordo com as categorias -- International Standard e International Latin -- definidas pelo Conselho Mundial de Dança (WDC, na sigla em inglês). As danças praticadas nesses estilos são: a valsa lenta (ou valsa inglesa), o tango internacional (diverso do tango argentino), a valsa (também chamada de valsa vienense), o foxtrote e o quickstep (International Standard); o samba (diferente das modalidades de samba brasileiro), o chachachá, a rumba, o paso doble e o jive (International Latin).
Brasileiras
Forró
Lambada
Samba de gafieira
Samba-pagode
Samba rock
Soltinho
Maxixe
LatinasMerengue
Cumbia
Calipso
Tango argentino
Milonga
Bachata
Bolero
Cha-cha-chá
Salsa
Zouk
Polca
Valsa
lindy hop
Charleston
Flamenco
Modernas Eletrotango
Hip-Hop
Danças de Competição
A dança de salão de competição e conhecida no mundo todo como "Dancesport" ou "Ballroom Dance". Essas danças seguem passos restritos divididos em três níveis de aprendizado (bronze, prata, e ouro) ou (iniciados, intermedios, open). Existem dez danças com estilo internacional e nove danças com estilo americano. Os comitês de dança de salão internacional estão constantemente pressionando para incluir esse esporte nos jogos olímpicos de verão.
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| Apresentação de dança de salão, (Ari e Vera Francis) |
A dança do ventre é uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional. De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000 a.C, seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhante a uma serpente foram registrados no Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusas para se tornarem mães. Com a invasão dos árabes, a dança foi propagada por todo o mundo. A expressão dança do ventre surgiu na França, em 1893. É composta por uma série de movimentos vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo.Na atualidade ganhou aspectos sensuais exóticos, sendo excluída de alguns países árabes de atitude conservadora.
A origem é controversa. É comum atribuir a origem a rituais oferecidos em templos dedicados à deusa Ísis, em agradecimento à fertilidade feminina e às cheias do rio Nilo, as quais representavam fartura de alimentos para a região; embora a Egiptologia afirme que não há registros desta modalidade de dança nos papiros - as danças egípcias possuíam natureza acrobática. É possível que alguns dos movimentos, como as ondulações abdominais, já fossem conhecidos no Antigo Egito, com o objetivo de ensinar às mulheres os movimentos de contração do parto. Com o tempo, foi incorporada ao folclore árabe durante a invasão moura no país, na Idade Média. Não há, contudo, registros em abundância da evolução na Antiguidade.
Por possuir elementos corporais e sexuais femininos, acredita-se que sua origem remonta ao Período Matriarcal, desde o Neolítico, cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que a forma primitiva era considerada um ritual sagrado. A origem está relacionada aos cultos primitivos da Deusa Mãe, Grande Deusa ou Mãe Cósmica: provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos do cerimonial . As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na única origem possível das coisas e esta condição prévia do caos primordial foi extraída diretamente da teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais.
As manifestações primitivas, cujos movimentos eram bem diferentes dos atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães. Tecnicamente, os movimentos são marcados pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, ondulações de braços e mãos, tremidos (shimmies) e batidas de quadril , entre outros. Segundo a pesquisadora norte-americana Morroco, as ondulações abdominais consistem na imitação das contrações do parto: tribos do interior do Marrocos realizam ainda hoje, rituais de nascimento, em que as mulheres se reúnem em torno da parturiente com as mãos unidas, e cantando, realizam as ondulações abdominais a fim de estimular e apoiar a futura mãe a ter um parto saudável, sendo que a futura mãe fica de pé, e realiza também os movimentos das ondulações com a coluna. Estas mulheres são assim treinadas desde pequenas, através de danças muito semelhantes à Dança do Ventre.
Ao longo dos anos, sofreu modificações diversas, inclusive com a inclusão dos movimentos do ballet clássico russo em 1930.
Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas:
Egípcia: manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;
Norte-americana: manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;
Libanesa: com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.
No Brasil a prática revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório. O estilo brasileiro tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos, assim como na Argentina, onde a dança do ventre é muito apreciada, estudada e praticada.
Norte-americana: manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;
Libanesa: com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.
No Brasil a prática revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório. O estilo brasileiro tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos, assim como na Argentina, onde a dança do ventre é muito apreciada, estudada e praticada.
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| Aula de dança do ventre (Vera Francis) |
DANÇA AFRO
As danças afro, além de empolgantes, são embaladas por músicas típicas e são uma ótima opção para aqueles que procuram algo alternativo.
A dança afro foi trazida pelos escravos no período colonial e, com o passar do tempo, sofreu alterações e agregações culturais. Mesmo assim, não é uma modalidade muito conhecida pelos brasileiros. "Existia certo preconceito de que a dança afro só tratava de culto aos deuses. Pensando nisso, pensei em diversificar e criar uma dança que agregasse também outros tipos de dança que se relacionam ou que foram influenciadas pela cultura africana, como o hip hop e a capoeira. Em geral a aula é temática e, além do trabalho físico, conta com movimentos lúdicos e históricos que remetem aos gestos que os africanos costumam fazer em seu cotidiano. Os temas passam por mitologia, folclore e cultura afro contemporânea.
Além de ficar por dentro dessa cultura, a dança ainda interage com os simbolismos típicos que dão todo o tom da riqueza cultural africana.
Benefícios
A proposta inusitada já é suficiente para aguçar a curiosidade, porém, para quem precisa de um estímulo, saiba que em uma hora e meia de aula é possível perder até 700 calorias. "A aula é muito dinâmica, com parte aeróbia intensa, principalmente em relação aos membros inferiores, que ficam 85% do tempo flexionados para que haja maior equilíbrio postural.
Além do fortalecimento das pernas, há o aumento da resistência física, do tônus muscular, o alongamento corporal, aumento da flexibilidade, além de o desenvolvimento de consciência rítmica, corporal e postural. "Como a dança africana há muitos movimentos que trabalham os músculos pélvicos, o que ajuda a deixar o quadril solto e a cintura definida".





